

O movimento Walking Lions, inicia-se no final dos anos 70, quando através do inconsciente cultural, percebemos que estávamos conjugando (ecologia interna alimentação natural, ecologia e preservação da natureza, solidariedade, reggae rastafari).
Diferentes gerações, de diferentes etnias e classes sociais, têm insights e elucubrações filosóficas, sem mesmo terem mantido qualquer tipo de contato. Bob Marley e Peter Tosh nasceram na Jamaica dos anos 40, final da 2ª guerra mundial, suas letras e músicas chegaram aos nossos ouvidos, ao mesmo tempo que discutíamos os mesmos temas, considerando-se que temos em média 15 anos menos, que os dois protagonistas do reggae e do movimento rastafari.
Deste período para cá, muitas viagens foram realizadas, como as de Ouro Preto, Belo Horizonte, Pequeri, Mariana, Sabará (MG), Itatiaia Pico das Agulhas Negras, Visconde de Mauá/Maromba, Ubatuba/Ubatumirim, São Sebastião/ Ilha Bela/Camburí, Boracéia/Ilhas no Riacho Grande, Cananéia/ Ilha Comprida, Vale do Ribeira/ Sete Barras, Diamantina, Espírito Santo/Piúma, Rio de Janeiro/Parati, Santos/Praia Grande – Forte Itaipu, Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe e tantas outras pelo interior do Estado de São Paulo, na companhia de amigos, levando sempre um violão, os estudos de práticas alimentares, conhecendo hábitos culturais e regionalismos, buscando espontaneamente na prática o conhecimento dos ecossistemas continentais e costeiros, além do alargamento de nossa visão sócio-ambiental e antropológica.
A criação da Banda de reggae Walking Lions por volta de 1985 em São Paulo, através de sua liderança o compositor, guitarrista e vocalista Clé Ferreira, estabeleceu o start para o processo de divulgação do ideário: (Ecologia Interna : alimentação natural, ecologia e preservação da natureza, solidariedade, reggae e rastafari); “Assim como russos e japoneses desenvolveram tecnologia com ultrasom e sonar para a localização de cardumes de peixes, a música reggae é elemento catalisador de seres humanos para o ecologicamente correto” . O que no decorrer do tempo, passou a propiciar a produção de eventos junto a parceiros preservacionistas, que propunham ação local ambiental. Percorremos de Tramandaí (RS) à Arembépe (BA) desenvolvendo campanhas com mutirões de limpeza de praia, com shows de reggae.
Diferentes gerações, de diferentes etnias e classes sociais, têm insights e elucubrações filosóficas, sem mesmo terem mantido qualquer tipo de contato. Bob Marley e Peter Tosh nasceram na Jamaica dos anos 40, final da 2ª guerra mundial, suas letras e músicas chegaram aos nossos ouvidos, ao mesmo tempo que discutíamos os mesmos temas, considerando-se que temos em média 15 anos menos, que os dois protagonistas do reggae e do movimento rastafari.
Deste período para cá, muitas viagens foram realizadas, como as de Ouro Preto, Belo Horizonte, Pequeri, Mariana, Sabará (MG), Itatiaia Pico das Agulhas Negras, Visconde de Mauá/Maromba, Ubatuba/Ubatumirim, São Sebastião/ Ilha Bela/Camburí, Boracéia/Ilhas no Riacho Grande, Cananéia/ Ilha Comprida, Vale do Ribeira/ Sete Barras, Diamantina, Espírito Santo/Piúma, Rio de Janeiro/Parati, Santos/Praia Grande – Forte Itaipu, Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe e tantas outras pelo interior do Estado de São Paulo, na companhia de amigos, levando sempre um violão, os estudos de práticas alimentares, conhecendo hábitos culturais e regionalismos, buscando espontaneamente na prática o conhecimento dos ecossistemas continentais e costeiros, além do alargamento de nossa visão sócio-ambiental e antropológica.
A criação da Banda de reggae Walking Lions por volta de 1985 em São Paulo, através de sua liderança o compositor, guitarrista e vocalista Clé Ferreira, estabeleceu o start para o processo de divulgação do ideário: (Ecologia Interna : alimentação natural, ecologia e preservação da natureza, solidariedade, reggae e rastafari); “Assim como russos e japoneses desenvolveram tecnologia com ultrasom e sonar para a localização de cardumes de peixes, a música reggae é elemento catalisador de seres humanos para o ecologicamente correto” . O que no decorrer do tempo, passou a propiciar a produção de eventos junto a parceiros preservacionistas, que propunham ação local ambiental. Percorremos de Tramandaí (RS) à Arembépe (BA) desenvolvendo campanhas com mutirões de limpeza de praia, com shows de reggae.
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